Após quase três meses de obras, o Inter projeta sua volta ao CT Parque Gigante, inundado e destruído pelas enchentes de maio, ainda em agosto. A reforma do local está praticamente concluída, mas o retorno ainda depende do desenvolvimento dos gramados dos campos, que precisaram ser totalmente replantados. O prazo depende das condições climáticas em Porto Alegre, que podem favorecer ou retardar o desenvolvimento da nova grama.
Depois das enchentes que atingiram o CT e também o Beira-Rio, o Inter se viu obrigado a sair do Rio Grande do Sul. A equipe treinou por duas semanas em Itu, no interior de São Paulo, até que algumas adaptações no CT Morada dos Quero-Queros fossem concluídas. O local, que fica em Alvorada, é normalmente usado pelas categorias de base.
Agora, a volta está próxima. Após uma reforma geral de toda a infraestrutura, que incluiu a reconstrução do prédio principal, os funcionários voltarão a trabalhar no CT na próxima semana. Em seguida, os equipamentos levados pelo Inter a Alvorada ou guardados no Beira-Rio serão reinstalados, proporcionando melhores condições de trabalho para o grupo de jogadores.
Logo após as enchentes, o Inter projetou os prejuízos causados ao Beira-Rio e ao CT Parque Gigante em R$ 35 milhões. Parte desse valor será coberto pelas seguradoras contratadas.



