Presidente do Grêmio mantém Renato respaldado


Restou o Campeonato Brasileiro. Com a eliminação na Libertadores para o Fluminense, o Grêmio desperdiçou a última chance de conquistar um título de maior expressão em 2024. Na 14ª colocação da competição nacional, o foco é escapar do rebaixamento e manter o clube na elite do futebol brasileiro em 2025.

A desclassificação no Rio de Janeiro aumentou a cobrança sobre as escolhas de Renato Portaluppi. Mesmo sendo bastante criticado pelo esquema com três zagueiros, abrindo mão de Cristaldo no meio-campo, o treinador tricolor não acredita ter errado na estratégia inicial para o jogo: “Fizemos vários jogos com três zagueiros. Conseguimos algumas vitórias e boas atuações. Não acredito que tenha perdido o meio-campo pela escalação que coloquei em campo. Nós tomamos gol de bola parada e contra-ataque. Não estivemos bem no início do jogo. Demos espaços para o Fluminense, cometemos erros e tomamos os gols”.

Além do plano tático sem resultado no primeiro tempo, Renato voltou a repetir a estratégia de colocar um jogador nos minutos finais só para bater pênalti. Se na Copa do Brasil a escolha foi por Edenilson, na Libertadores foi por Nathan. Em ambas as ocasiões, não deu certo. Após o confronto, na zona mista do Maracanã, o meia afirmou ter entrado “frio” no jogo: “Muito triste (com a eliminação). Renato me chamou faltando dois minutos e eu acabei nem tocando na bola. Mas é continuar trabalhando para tirar o Grêmio dessa situação no Brasileiro. Acho que não é nem questão da pressão. Entrar frio para bater o pênalti prejudicou um pouco. Mas faz parte do futebol. Tentei, fui corajoso e assumo também de ter errado”.

Apesar das recentes eliminações nos pênaltis, Renato Portaluppi segue respaldado no clube. O presidente Alberto Guerra assegurou a sua permanência: “Eu confio muito no nosso treinador, um dos melhores treinadores do Brasil e da história do Grêmio, multicampeão. Eu confio nas decisões dele”.

Com Renato na casamata, o Grêmio volta a campo no domingo, às 16h, para enfrentar o Criciúma, no Heriberto Hülse.


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