“Fizeram a coisa mais retrógrada”


Faltando dois dias para o Gre-Nal 443, o vice de futebol do Grêmio, Antônio Brum, concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira, no CT Presidente Luiz Carvalho. O dirigente destacou que uma vitória sobre o maior rival pode renovar o ânimo tricolor para a reta final do Brasileirão. Por isso, ele garante que o foco é total no clássico deste sábado, às 16h, no Beira-Rio, pela 30ª rodada.

“Ganhar um Gre-Nal é sempre mais gostoso. Estamos muito motivados para fazer uma reta final de temporada e tentar compensar tudo que aconteceu por fatores que a gente já debateu. Então, o foco é total no jogo. Eu posso garantir para o torcedor que o Grêmio vai fazer um jogo muito forte no sábado e se Deus quiser sair com um excelente resultado”, reforçou.

Para iniciar a preparação visando o Gre-Nal, o elenco gremista voltou aos trabalhos na segunda-feira após quatro dias de folga. Porém, sem a presença de Renato Portaluppi, que ganhou mais um dia de descanso e retornou na terça-feira. Brum garantiu que essa ausência do treinador não prejudicou em nada o planejamento para o clássico.

“A folga que o Grêmio concedeu aos funcionários foi previamente combinada, e atrelada ao bom resultado contra o Fortaleza. A CBF marcou esse jogo contra o Atlético-MG e a folga foi empurrada para a frente. Tivemos uma semana cheia para trabalhar. O Renato entra na parte técnica, tática e anímica. O que não foi trabalhado na última segunda-feira”, explicou o dirigente.

Por fim, Antônio Brum rebateu as acusações feitas pelo vice futebol do Inter, José Olavo Bisol, de tentativa de condicionar a arbitragem para o Gre-Nal. De acordo com o vice do Tricolor, a postura colorado após a CBF escolher Bruno Arleu de Araújo para comandar o clássico foi “retrógrada”.

“Vou ao microfone e faço um apelo pela melhora das arbitragens. Obviamente, o próximo jogo é o Gre-Nal, e eu vou fazer um apelo para o próximo jogo. E aí, do outro lado lá, chamaram a gente de retrógrado e fizeram a coisa mais (retrógrada). Nem sabia que isso existia no futebol ainda, uma reunião de urgência com a CBF para tentar mudar o árbitro. E que clima que está sendo gerado para o árbitro em um estádio com 50 mil pessoas, em que o presidente do Inter chama o árbitro de vagabundo numa súmula, que vai ser julgada, que clima que se gera? Isso não é condicionamento de arbitragem, isso não é retrógrado?”, finalizou Brum.

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