Tanto o termo como os exemplos que nortearão as contratações do Inter para a temporada 2025 já estão definidos. A palavra mais utilizada entre os dirigentes para, com menos dinheiro, brigar no mercado com gigantes como Flamengo e Palmeiras é “criatividade”. Os modelos, por sua vez, estão no próprio Beira-Rio: Bruno Gomes, Vitão, Wesley e outros que vieram sem tanto alarde, mas hoje mostram-se muito mais valorizados.
Entre os dirigentes, há a garantia de que mesmo sem investimentos tão caros, o time terá capacidade de brigar de igual para igual em todas as competições de 2025, incluindo aí a Copa Libertadores. Há a promessa – ou intenção – de que eventuais saídas de titulares serão repostas no mesmo nível. Mas não necessariamente em termos de nome. “Não virão jogadores com estatura de consagrados”, adiante um dirigente, indicando que se espere nomes do porte de um Valencia ou um Borré.
Para repetir o sucesso do modelo que já vasculhou o mercado e trouxe antes nomes como De Pena, Pedro Henrique e mais recentemente Bruno Gomes e Wesley, a direção faz questão de alardear a responsabilidade (e competência) do Centro de Análise e Prospecção de Atletas (CAPA). É do setor a tarefa de mapear atletas com potencial, mas que não estejam com tanto destaque a ponto de serem inviáveis financeiramente.



