Petrúcio Ferreira e Ricardo Mendonça garantem outras duas medalhas de ouro brasileiras no atletismo em Paris


Mais duas medalhas de ouro para a conta. O paraibano Petrúcio Ferreira conquistou a terceira medalha dourada para o Brasil nesta sexta-feira ao vencer a prova dos 100m do atletismo na classe T47, para atletas com deficiência nos membros superiores. O brasileiro terminou com o tempo de 10s60 e garantiu seu sexto pódio paralímpico da carreira. O norte-americano Korban Best levou a prata com 10s75 e o marroquino Aymane El Haddaoui o bronze, com 10s75.

Petrúcio já havia ganhado o ouro nesta mesma prova nas últimas duas edições dos Jogos Paralímpicos. “Sou muito grato por tudo isso, agradeço quem acredita no meu trabalho. Esse ano eu venho sofrendo muito, briga interna com meu corpo, muitas lesões, me machucando muito, muita cobrança, eu me cobro muito. Isso aqui é só diversão para mim”, disse Petrúcio. O velocista manteve o favoritismo para o tricampeonato, já que desde os Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, Petrúcio vence esta disputa em grandes competições internacionais.

Também teve estreia brasileira no pódio do atletismo. Ricardo Mendonça se tornou campeão paralímpico pela primeira vez na prova dos 100m na classe T37, para paralisados cerebrais, com o tempo de 11s07. Além de Ricardo, o indonésio Saptoyogo Purnomo ficou com a prata, com o tempo de 11s26, e Andrei Vdovin, que representa os Atletas Paralímpicos Neutros, completou o pódio, com 11s41.


“Eu fiz o que tinha que fazer. Saí tendo que correr o mais rápido possível, como meu treinador pede. Na final, não tem corrida bonita, tem corrida rápida. E essa foi rápida o suficiente para trazer o ouro. Melhorei meu tempo, eu queria isso. Não foi tão mais rápido que na semi, mas consegui abaixar e estou muito satisfeito”, afirmou Ricardo. O brasileiro repetiu o resultado do Mundial de Kobe 2024, dos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023 e do Mundial Paris 2023.





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